O Hino Nacional Brasileiro foi escolhido como o melhor entre os 48 países participantes da Copa do Mundo em ranking elaborado pelo jornal esportivo americano The Athletic, braço esportivo do The New York Times.
Na análise, a publicação classificou a composição brasileira como uma verdadeira “obra-prima”, destacando especialmente a introdução orquestral de 28 segundos e a carga emocional transmitida pela letra escrita por Joaquim Osório Duque Estrada e pela melodia de Francisco Manoel da Silva.
Apesar de mencionar a complexidade de alguns trechos cantados em ritmo acelerado, o veículo elogiou passagens que fazem referência à coragem diante das batalhas, ao “colosso destemido” e à “pátria amada”. O trecho “Brasil, um sonho intenso, um raio vívido de amor e de esperança à terra desce” foi apontado como o mais marcante da canção.
O hino brasileiro recebeu nota 9 de 10 no quesito emoção e foi citado como um dos melhores do mundo por sua capacidade de envolver jogadores e torcedores. A publicação também ressaltou a tradição da torcida brasileira de continuar cantando após o encerramento da execução oficial, algo visto mais uma vez na estreia da Seleção na Copa.
O ranking levou em consideração fatores como emoção, impacto musical e o engajamento provocado nos torcedores. Segundo o The Athletic, os melhores hinos são aqueles capazes de fazer qualquer pessoa “querer se levantar e gritar”, independentemente da nacionalidade.
Entre os sul-americanos, Equador (6º), Argentina (7º), Uruguai (9º) e Colômbia (4º) também receberam destaque. O hino colombiano foi descrito como “magnífico”, enquanto o argentino foi elogiado pela emoção transmitida durante sua execução.
Na outra ponta da lista, o hino da Inglaterra apareceu na última colocação. O jornal classificou a música como “horrível”, criticando sua melodia lenta e excessivamente cerimonial. Os hinos da Espanha e da Bósnia Herzegovina também receberam observações negativas por não possuírem letra.
