Espanha e Argentina entram em campo no próximo domingo (19), às 16h, em Nova Jersey, para decidir o título da Copa do Mundo de 2026. Além da taça, as seleções disputarão a maior premiação da história do torneio: 50 milhões de dólares (cerca de R$ 255 milhões na cotação atual) para a campeã.
A Argentina garantiu vaga na decisão ao vencer a Inglaterra por 2 a 1, de virada, na semifinal. Depois de sair atrás no placar com gol de Gordon, a equipe comandada por Lionel Scaloni reagiu no fim da partida e virou com gols de Enzo Fernández e Lautaro Martínez, mantendo vivo o sonho do tetracampeonato.
Já a Espanha chegou à decisão após dominar a França na outra semifinal e vencer por 2 a 0, com gols de Oyarzabal, de pênalti, e Pedro Porro.
Ao todo, a FIFA distribuirá 727 milhões de dólares (cerca de R$ 3,7 bilhões) em premiações durante a Copa do Mundo de 2026. O valor representa um aumento de 50% em relação ao Mundial do Catar, em 2022, quando foram distribuídos aproximadamente 440 milhões de dólares. Apenas pela participação no torneio, cada seleção recebeu 10,5 milhões de dólares (cerca de R$ 53,7 milhões), dos quais 1,5 milhão de dólares foi destinado aos custos de preparação.
A premiação para o campeão também bate recorde. Em 2022, a Argentina recebeu 42 milhões de dólares pelo título conquistado no Catar, enquanto a França faturou 38 milhões de dólares ao vencer a Copa de 2018. Já o Brasil, eliminado nas oitavas de final e encerrando o torneio na 11ª colocação, recebeu 15 milhões de dólares (cerca de R$ 77 milhões).
