A 'dança das cadeiras' dos treinadores no futebol brasileiro não é uma novidade. E no Brasileirão de 2026 tampouco mudou. Em nove rodadas disputadas até aqui, nove técnicos já tiveram seus cargos finalizados.
O último deles foi Gilmar Dal Pozzo na Chapecoense. O treinador não resistiu à goleada por 4 a 0 para o Atlético-MG na Arena Condá na última quinta-feira (2) e deixou a equipe catarinense.
Antes dele, porém, quem puxou a fila foi Jorge Sampaoli, justamente técnico do Galo. Na 3ª rodada da competição, o argentino deu lugar ao compatriota Eduardo Domínguez.
Na sequência, Fernando Diniz, após eliminação para o Fluminense no Carioca e no Z-4 do Brasileiro, foi demitido pelo Vasco, dando lugar a Renato Gáucho.
Juan Carlos Osório deixou o Remo. Com o vice do Paraense e a campanha ruim no Campeonato Brasileiro, o colombiano deu lugar a Léo Condé.
No Flamengo, a queda de Filipe Luís surpreendeu. Campeão Brasileiro e da Liberadores em 2025, mas amargando os vices na Supercopa do Brasil e CONMEBOL Recopa em 2026, o ex-lateral foi dispensado após goleada por 8 a 0 sobre o Madureira, na semifinal do Carioca, dando lugar a Leonardo Jardim.
Situação parecida viveu Hernán Crespo no São Paulo. O argentino colocou o Tricolor na liderança do Brasileirão, mas, por conta de desgastes internos com a diretoria, foi dispensado. Quem chegou foi Roger Machado.
Na sexta rodada, a queda da vez foi com Tite. Lanterna do Brasileirão, o Cruzeiro demitiu o treinador e anunciou Artur Jorge, campeão da Libertadores e do Brasileirão em 2024 pelo Botafogo.
Na sétima rodada, o demitido da vez foi Juan Pablo Vojvoda, que não resistiu à má campanha do Santos na competição e deu lugar a Cuca. Por falar no Glorioso, o clube carioca também trocou de treinador. Martín Anselmi, mesmo após a vitória por 2 a 1 sobre o Red Bull Bragantino, foi desligado. Para o seu lugar foi contratado Franclim Carvalho.
